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O Amor de Deus

Finda-se um ano para que outro advenha, na vida igualmente são necessários que ciclos se fechem a fim de que outros apareçam, o Homem Velho deveria transformar-se em Homem Novo. Que fazeis para conseguirdes esta ilação? Toma teu tempo e analisa-te, que de bom confabulastes no ano que se encerra? Igualmente reflete no mal que proferiu com o intuito de que seja reparado, ressarcido. Eis aí a conduta do verdadeiro espírita, do verdadeiro cristão, ao passo que acompanha o tempo em matéria, o deve utilizar para o progresso espiritual que não sucede, senão, através do sincero esforço em educar-se. Recordando a figura do Apóstolo dos Gentios, quando sabiamente elucida nossa mater conquista na Terra, “Já não sou eu quem vive, mas o Cristo que vive em mim”. Aprendamos as virtudes não somente em conhecimento, mas em ação para que não nos tornemos torpes, piegas, inúteis a coletividade que nos serve de aprimoramento íntimo. Deus, Pai onipotente, abre o leque de sua amorosidade para dispensar em nós, seus filhos, que não estamos sozinhos, dá-nos pleno acesso a família espiritual nos refolhos de nossa consciência, o que quiser sobrepor-se a isto, é supérfluo, produto de equívocos, o Pai Celeste a tudo sabe e conhece, crendo-nos vencedores de nós mesmos, auxiliando-nos nestes processos dolorosos e gloriosos, onde do átomo sublimamos ao arcanjo, onde do ódio retornaremos ao inefável amor que concilia o Universo. O Amor de Deus reside em você, depende de ti, senti-lo ou não.

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