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Perdão, Senhor!

Movem-se as criaturas em busca do sagrado

Não podemos refutar

No entanto, passam apressados sem reparar

Que há, neste instante, um irmão ao seu lado a necessitar

 

Como se fosse uma corrida, digladiam-se então

Ásperos e vorazes, aspirando e consumindo

E no caminho que vai indo

Se perdem na escuridão

 

Culpam, desta maneira, Jesus

Frequentemente, estes seres

Não sabem que são luz

 

Atordoados e alquebrados

Pelas próprias escolhas

Sentem que serão felizes

Se se tornarem possuidores de coisas

 

O Deus que buscavam é marginalizado

E exclamam escandalizados:

“Agora não”!

 

A Irmã Morte não se faz tardar

E consciência destes que desviaram

Começa a cobrar

A postura assumida ruiu sem precedente

E como fica o realizar do presente?

 

Deus, prossegue olhando e amparando

Não se permite esquecer

Que tu foste criado por Ele

És filho, basta crer

 

Jesus, teu Irmão

Retorna dos altos cimos

Para estender-te a mão

 

E tu, afligido e arrependido

Que ontem estertoravas: “Agora não”

Suplica hoje a Jesus:

“Perdão”!

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